FPC RICHMOND CALIFORNIA

 

 

Primeira Igreja Presbiteriana de Richmond, CA

Uma Família e Muitas Faces!

 

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ESTUDO DO EVANGELHO DE JOÃO

CAPITULO 15

Tema: A videira verdadeira

1.     A Videira Verdadeira – No Velho Testamento, Israel é a videira que não deu os frutos que Deus esperava que desse, como diz Jeremias 21:2 Eu a plantei como uma videira seleta, de semente absolutamente pura. Como, então, contra mim você se tornou uma videira degenerada e selvagem?”, e Salmo 80:8 “Do Egito trouxeste uma videira; expulsaste as nações e a plantaste”.

2.     Produz fruto – A falta de frutos de Israel era equivalente a desobedecer à aliança. O fruto a que Jesus se refere são os frutos do Espírito, como resultado da fé e obediência, mencionados por Paulo em Gálatas 5:22-23, que diz assim “Mas o fruto do Espírito é amor, alegria, paz, paciência, amabilidade, bondade, fidelidade, mansidão e domínio próprio. Contra essas coisas não há lei”.

3.     Frutos evangelísticos – Há um entendimento de que esse fruto é evangelístico ou número de pessoas que se convertem. Isso também é. Mas prestem atenção sobre os dons espirituais, em que evangelismo é um dom, e nem todos têm o mesmo dom. Devemos tomar cuidado com a interpretação radical em que estaremos colocando no inferno quem não consegue evangelizar com palavras, mas dá grande testemunho de crente fiel. Estaremos causando opressão nos irmãos.

4.     Permanecer – Jesus se chamou de “Pão da Vida” que é alimento ou nutrientes, também se chamou de “Água da Vida” e “Luz do Mundo”. Observe que os ramos se alimentam através da seiva que é formada dos nutrientes, de água e da fotossíntese que é um processamento da luz do sol através da clorofila. O ramo que não dá fruto, não está permanecendo, não está recebendo seiva e será cortado pelo agricultor. Circunstancialmente, Judas é o exemplo que está acontecendo no meio deles, mas os demais já estão limpos.

5.     Se permanencer – A seiva é livre e disponível para quem quiser e deve ser pedida em medida dobrado em nome de Cristo (Verso 16).

6.     Inversão de valores – Devemos cuidar para não entendermos o contrário, como acontece em algumas igrejas. Não é produzir os frutos do Espírito que vai levar alguém à salvação. Os frutos do Espírito são resultado da salvação, e a salvação é dada por Cristo pela graça, através da fé. A ausência de frutos, sim, pode revelar que uma pessoa não é salva.

 

          O capítulo 14 termina com Jesus dizendo, “Levantai-vos, vamos nos daqui”, e os próximos dois capítulos falam de episódios que aconteceram no caminho para o jardim. Provavelmente Jesus e os seus discípulos passaram perto de uma vinha ou do templo com suas decorações de videira de ouro, e contou a parábola da videira e os ramos. Para efeito deste estudo, dividimos este capítulo em três partes: a parábola (1-11), o mandamento (12-17), e a advertência (18-27).

 

I. A parábola - 15:1-11

          Tudo que está escrito em uma parábola significa alguma coisa. Uma parábola ensina uma verdade principal. A verdade principal desta parábola é que o crente tem que permanecer em Cristo para produzir fruto. A palavra fruto foi usada 6 vezes e a idéia de permanecer em Cristo é usada pelo menos 15 vezes.

          O verso 6 não fala do crente porque a vara “não está em Cristo” e vai ser cortada e queimada. A Bíblia ensina que o verdadeiro crente nunca queimara no inferno porque Cristo já sofreu o nosso inferno. Há mais uma possibilidade neste vs. A vara pode ser um crente desviado e a sua obra será provada pelo fogo no tribunal de Cristo e a madeira, feno, e palha serão queimados (I Cor. 3:12). Estas obras queimadas são as obras que o crente faz força da carne para a sua própria honra e glória e não para glorificar a Deus.

          Sendo uma vara da videira significa que estamos unidos com Cristo e permanecemos nEle. O crente carnal pode produzir “obras” mas somente o crente espiritual pode produzir “fruto”. Até as varas boas estão limpas para produzir mais fruto (vs.2). Esta limpeza está feita através da Palavra de Deus (vs.3). Agora sabemos porque um crente dedicado às vezes tem que sofrer algum tempo aqui no mundo. É para castigar e limpar aquele crente fiel, e assim ele vai fazer mais ainda na obra de Deus. O crente glorifica o Pai produzindo fruto, mais fruto (vs.2), e muito fruto (vs.8). As provas do crente fiel que está permanecendo na videira são: o amor do Filho (vs.9). obediência a palavra (vs.10), resposta a oração (vs.7), e gozo (vs.11).

 

II. O mandamento - 15:12-17

          Ás vezes o mandamento de amar uns aos outros está chamado o décimo-primeiro mandamento. O amor aos irmãos é uma característica do verdadeiro discípulo. A morte de Cristo na cruz provou o seu amor por nós e agora devemos provar o nosso amor amando Cristo e todos os crentes. Verdadeiros amigos amam uns aos outros e obedecem e ajudam uns aos outros. Cristo não quer a nossa obediência como escravos mas como um amigo. Porque somos amigos de Cristo, nós permanecemos nEle e conhecemos a sua vontade.

 

III. Uma advertência - 15:18-27

          Agora Cristo vai falar sobre o aborrecimento do mundo. Porque o mundo aborrece os crentes?

1. Porque primeiro o mundo aborreceu a Cristo e nós somos dEle (I João 3:13)

2. Porque nós não somos do mundo (I João 4:5 , João 17:14)

3. Porque o mundo rejeitou a palavra de Deus (15:20)

4. Porque o mundo não conhece o Pai (16:1-3)

5. Porque Cristo revelou o pecado do mundo.

          A palavra “mundo” significa o sistema de sociedade que está contra Cristo e o Pai. O “mundo” tem como seu príncipe o satanás (14:30) que é o inimigo número um de Jesus. Os crentes ainda vivem neste mundo mas não são do mundo. A antiga ilustração do navio e o mar mostra a posição de crente e o mundo.: enquanto o navio está no mar tudo vai bem, mas quando o mar começa a entrar no navio, cuidado! O crente, de necessidade, tem que ficar no mundo algum tempo. Isto não faz mal; ao contrário, ajuda o mundo. Mas quando o mundo começa a entrar no crente faz muito mal porque o crente perde o seu testemunho.

          O crente geralmente deixa o mundo entrar na sua vida pouco a pouco, como fez o Ló no Velho Testamento. O primeiro começa amizade com o mundo (Tg. 4:4), depois vem o amor para o mundo (I João 2:15-17), e finalmente o crente conforma ao mundo (Romanos. 12:2). Nunca esquece de que o mundo aborrece a Cristo e como é que o crente pode amar um mundo assim?

Vs. 22-24 nos dão o princípio básico que revelação traz responsabilidade. As palavras e as e as obras de Cristo revelam a vontade de Deus e o pecado do homem. A humanidade está sem desculpa. Os judeus e gentios cooperaram na crucificação de Cristo, e é uma prova que todos os homens são pecadores e culpados diante de Deus.

          Para fortificar a fé dos discípulos Jesus refere agora em vs. 25 ao Sl. 69:4. É a palavra de Deus que nos fortifica e anima. Jesus também promete o ministério do Espírito Santo. A obra do Espírito é testificar de Cristo e Ele faz esta obra pela palavra de Deus e pelas obras que os crentes fazem no poder do Espírito. O Espírito testifica ao crente e o crente testifica ao mundo perdido (vs. 26-27). (Lê Atos 1:8).

          Este cap. trata primeiro do relacionamento do crente com Cristo (vs. 1-11), e depois o relacionamento do crente com outros crentes (vs. 1-17), e finalmente temos o relacionamento do crente com o mundo (vs. 18-27). Nosso relacionamento com Cristo amaremos os nossos irmãos e venceremos o mundo.

 

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